Quinta-feira, 22 de Julho de 2010

Mensagem para ti...

 

 

 

"Não falo, não suspiro, não escrevo teu nome. Mas a lágrima que agora queima a minha face me força a fazê-lo"

 

 

 

 

 

Não chores mais...
Coração toma cautela, não vez que por causa dela meu coração ainda arde….


Arde e irá sempre arder...
Porque te amo e amarei sempre Stephanie...
Tenho de aprender a dizer Adeus...
Mas não quero e não o farei, irás ficar para sempre em meu coração...




Alzira Macedo
sinto-me: contigo
música: the power of love

publicado por Alzira Macedo às 22:53
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Quinta-feira, 15 de Julho de 2010

Vives em mim...

 

 

 

 

 

Penso em ti


 Olhos fechados ou abertos
a cada amanhecer
um bom dia tenho de te dizer
sinto o teu sorriso
o teu olhar
consigo sentir o teu abraçar
no olhar o mar
paro para te recordar
no cantar dos pássaros
ouço tua voz
dos nossos momentos a sós
Nas minhas lágrimas
a dor
a ausência
a falta que tenho de te dizer adeus
De te abraçar mais uma vez
de te ver sorrir novamente
de sentir o teu calor
abraçado ao meu
do nosso olhar de cumplicidade
da tua tenra idade
Quanto de ti se foi
Quanto de ti ficou
Tivemos tão pouco tempo para nos descobrirmos
e repartirmos
tudo quanto aconteceu
em mim permaneceu
No silencio do meu sentimento
aqui te escrevo eu
para desaguar esta imensa saudade
deixar de sentir o vazio de ti
Nas recordações quero viver
para jamais te esquecer

 

 

 



 

 

Para ti meu Anjo
                                                                                                                                                da tua madrinha

Alzira Macedo

 

 

 

 

 

 

 

música: candle in the wind

publicado por Alzira Macedo às 13:21
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Terça-feira, 13 de Julho de 2010

Dizem-te Adeus...

 

 

 

sinto-me:

publicado por Alzira Macedo às 11:19
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Quarta-feira, 7 de Julho de 2010

Para ti meu anjo...

 

 

 
 
Homenagem á pouca vida que tiveste…

Stephanie,  não vai á muito tempo, jurei contigo em meu colo que te apoiaria em teu caminhar na vida, acontecesse o que acontecesse essa foi minha missão em como madrinha no teu dia de baptismo…
quantos aniversários festejamos juntas, quantos abraços demos, quantos sorrisos partilhamos, quantas alegrias vi em teus olhos brilhar…
Teu percurso de vida foi normal e feliz…
Tua evolução fui sempre acompanhando…
Mesmo quando iniciaste os teus namoriscos e que vinhas ter á minha casa para partilhar…
quantas vezes te admirei quando dançavas no rancho bem longe da tua terra natal…
Tinhas alegria para dar e vender, assisti quando perdeste o teu primeiro dente…
assisti ao teu entusiasmo nos natais, dias de aniversario…
Para alem de ser tua madrinha te dei catequese e acompanhei tua vida espiritual…
O dia da tua primeira comunhão parecias uma princesa…
Lembro-me também que fomos crismadas no mesmo dia eu em primeiro para depois poder ser tua madrinha do crisma tanto era a tua vontade…
Lembro-me de tanto…
Que hoje não entendo porquê…
No dia em que decidi vir viver para Portugal, sinto ainda o nosso abraço de despedida…
Não foi um Adeus, mas sim um até breve…
Há dois anos vieste passar ferias a Portugal adorei ver como te tinhas desenvolvido…
Hoje sofro porque tudo isto serão apenas recordações…
Na tua tenra idade de 20 anos o destino assim quis te levar para longe de todos nós…
Num fatal acidente de viação perdeste a vida…
deixas muitas recordações…
Mas um grande vazio pela saudade que nos deixas…
Muita dor pela tua perda…
Muita incompreensão por esta saída tão repentina da vida…
Sei que o destino está traçado e nada podemos fazer para fugir a ele…
Mas não consigo entender o porquê de partires tão nova,  onde a vida te estava a sorrir, onde tanto tinhas por descobrir…
Deixastes-me um sorriso angelical que era o teu…
E será assim que te irei sempre recordar…
Se algo posso pedir é que Deus te acompanhe e mostre a vida que dizem existir após a morte…
Que te mostre o jardim onde possas usufruir e sentir o quanto pensamos em ti e as saudades que temos tuas…
Viverás eternamente em nossos corações…
Em nossos pensamentos…

Onde quer que estejas sente este xi coração que te dou com muita saudade…
Alzira Macedo
Tua madrinha
sinto-me:

publicado por Alzira Macedo às 22:40
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Terça-feira, 8 de Junho de 2010

A vontade em ser eu...

 

 

 

Recordo todo o meu passado…


Hoje…
Sou o que nunca imaginei ser
No meu futuro…
 Irei de mim rir…
Hoje…
 que a noite é somente minha
que a chuva cai sem me molhar
que minhas lágrimas lavam meu rosto
até deixo que isso aconteça
Necessito desta paz
desta solidão
deste desaguar de recordações
quero sentir o que sou sem me esconder
sem ter de negar minha tristeza
a noite é minha
os sentimentos também
saborear a pura certeza de que sou eu e mais ninguém
Enquanto tudo dorme
Eu vivo
eu penso
eu sinto
eu escrevo
revejo todo o meu passado
incognitamente
desfolhei-me
pouco a pouco renasce um novo eu
com duvidas e incertezas quero crescer
quero desenvolver o meu próprio ser
como pagina já nascida, mas nunca vivida
do tempo que me deram
e que nunca desfrutei
chamo a atenção sobre mim
que nunca conheci
salvo uma vontade
de ser eu
sem principio nem fim
segui em dois caminhos par a par
ser o que quiseram que eu fosse
sem nunca sequer me encontrar
chegada á meia meta
sem mesmo me conhecer e
com a certeza de te pertencer
serei eu de certeza
ou apenas um irreal meu
que apenas vivi para o teu mundo
 e nunca o meu
continuo sem me encontrar
agarrada a ti em meu pensar
Alzira Macedo




sinto-me: A descobrir-me
música: si fuel el amor

publicado por Alzira Macedo às 00:21
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Sexta-feira, 4 de Junho de 2010

Sem palavras...

 

 

 

AMIGOS (AS)

 

Agradeço a vossa amizade,
que gentilmente,
me oferecem
 e me permitem desfrutar.
Da vossa companhia,
da vossa presença,
do vosso ombro acolhedor
do vosso sorriso
no momento do desabafo da dor
Agradeço a vossa energia que,
positivamente,
muitas batalhas me ajudam a ganhar.
Agradeço a vossa força,  
que virtualmente,
 conseguem partilhar.
Agradeço ao vosso coração
 todo o carinho
o tempo
e dedicação
Agradeço todas as mensagens de parabéns
que me enviaram
Estou feliz, emocionada
vos deixo um beijo
e toda a minha gratidão
e meu carinho

 

Alzira Macedo

 

 

 

sinto-me:
música: há dias assim

publicado por Alzira Macedo às 15:19
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Quinta-feira, 3 de Junho de 2010

Procura-se o que já se tem...

 

 

 

A felicidade encontra-se
dependurada…
 Num momento, numa palavra, numa acção…
Nunca numa vida inteira,
á procura do que já sentimos e deixamos partir,  sem dar a devida importância….

 

 

 

Alzira Macedo

 

 

 

 


publicado por Alzira Macedo às 10:41
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Segunda-feira, 17 de Maio de 2010

Particulas de um ser...

 

 

 

 

Viajei em mim

 


Na ausência do teu olhar,
captei, o que me vai na mente
necessito de me reconstruir
para melhor de ti usufruir
Sou caçadora de momentos vividos
Num suspiro encontro minha luz
respiro fundo
a ideia me seduz
deixo de ser cidade velha
reconstruindo um novo eu
com mais sorriso
mais força
mais cor
num pequeno percalço
deixei partir entre os dedos
os meus ideais
os meus sonhos
agarrei-me ás imagens do passado
deixando lancetar
tudo quanto me faz vibrar
Mesmo olhando o mar
 nada me dizia
nada sentia
entrei no caminho do abismo
onde a tristeza superou
aniquilou todo outro sentimento
olhei o espelho do presente
não gostei do que vi
ruínas de mim
olhei o horizonte
senti vontade de o conquistar
é nesse rumo que irei caminhar…

sinto-me: Viajando
música: Estrelas no ceu...

publicado por Alzira Macedo às 22:14
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Domingo, 9 de Maio de 2010

Para Pensar...

 

 

 

 

O Oleiro e o poeta….

 

Há muito tempo, na cidade de Zahlé, ocorreu uma rixa entre um jovem poeta, de nome Fauzi, e um oleiro, chamado Nagib.
 
Para evitar que o tumulto se agravasse, eles foram levados à presença do juiz do lugarejo.
 
O juiz, homem íntegro e bondoso, interrogou primeiramente o oleiro, que parecia muito exaltado.
 
"Disseram-me que você foi agredido? Isso é verdade?"
 
"Sim, senhor juiz." - Confirmou o oleiro - "fui agredido em minha própria casa por este poeta. Eu estava, como de costume, trabalhando em minha oficina, quando ouvi um ruído e a seguir um baque.
 
Quando fui à janela pude constatar que o poeta Fauzi havia atirado com violência uma pedra, que partiu um dos vasos que estava a secar perto da porta.
 
Exijo uma indemnização!" - gritava o oleiro.
 
O juiz voltou-se para o poeta e perguntou-lhe serenamente: "Como justifica o seu estranho proceder?"
 
"Senhor juiz, o caso é simples." - Disse o poeta.
 
"Há três dias eu passava pela frente da casa do oleiro Nagib, quando percebi que ele declamava um dos meus poemas. Notei com tristeza que os versos estavam errados. Meus poemas eram mutilados pelo oleiro.
 
Aproximei-me dele e ensinei-lhe a declamá-los da forma certa, o que ele fez sem grande dificuldade.
 
No dia seguinte, passei pelo mesmo lugar e ouvi novamente o oleiro a repetir os mesmos versos de forma errada.
 
Cheio de paciência tornei a ensinar-lhe a maneira correcta e pedi-lhe que não tornasse a deturpá-los.
 
Hoje, finalmente, eu regressava do trabalho quando, ao passar diante da casa do oleiro, percebi que ele declamava minha poesia estropiando as rimas e mutilando vergonhosamente os versos.
 
Não me contive.
 
Apanhei uma pedra e parti com ela, um de seus vasos.
 
Como vê, meu comportamento nada mais é do que uma represália pela conduta do oleiro."
 
Ao ouvir as alegações do poeta, o juiz dirigiu-se ao oleiro e declarou: "que esse caso, Nagib, sirva de lição para o futuro. Procure respeitar as obras alheias a fim de que os outros artistas respeitem as suas.
 
Se você equivocadamente julgava-se no direito de quebrar o verso do poeta, achou-se também o poeta egoisticamente no direito de quebrar o seu vaso."
 
E a sentença foi a seguinte: "determino que o oleiro Nagib fabrique um novo vaso de linhas perfeitas e cores harmoniosas, no qual o poeta Fauzi escreverá um de seus lindos versos. Esse vaso será vendido em leilão e a importância obtida pela venda deverá ser dividida em partes iguais entre ambos."
 
A notícia sobre a forma inesperada como o sábio juiz resolveu a disputa espalhou-se rapidamente.
 
Foram vendidos muitos vasos feitos por Nagib adornados com os versos do poeta. Em pouco tempo Nagib e Fauzi prosperaram muito. Tornaram-se amigos e cada qual passou a respeitar e a admirar o trabalho do outro.
 
O oleiro mostrava-se arrebatado ao ouvir os versos do poeta, enquanto o poeta encantava-se com os vasos admiráveis do oleiro.

 
Cada ser tem uma função específica a desenvolver perante a sociedade. Por isso, há grande diversidade de aptidões e de talentos.
 
Respeitar o trabalho e a capacidade de cada um possibilita-nos aprender sobre o que não conhecemos e aprimorar nossas próprias actividades.
 
Respeito e colaboração são ferramentas valiosas para o desenvolvimento individual e colectivo.

 

 

 

(Autor desconhecido)
Gostei e publiquei...

 

sinto-me:
música: Quem sabe...

publicado por Alzira Macedo às 21:56
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Segunda-feira, 3 de Maio de 2010

Momento unico...

 

 

Já passei varia situações um pouco curiosas e outras difíceis de entender quanto mais explicar…

Mas hoje…

Hoje foi diferente…

O sol brilhava, o vento soprava levemente deixando uma maresia
sensual em meus cabelos…
deixei-me invadir por este sossego, por este bem-estar,
ao sair do emprego, pelas 16 horas não tive vontade como sempre de carregar no pedal e vir directa para casa…
Musica a fundo peguei no carro e dirigi até ao mar…
Pouco andei, pois trabalho bem perto dele…
A rádio começou a falhar e se não gosto é de musica com ruídos.

Ao conduzir ia tentando colocar a estação que queria…

Mas conseguir?

Isso foi mais complicado…

Então estava a chegar perto do castelo em Vila do Conde e de rádio nada…

Entrei no parque para melhor poder entender como colocar a emissora na rádio…
Não sei o tempo que ali estive enfrente ao mar…
consegui colocar uma estação, que dava musica altamente…
Então bem acompanhada pela musica decidi sair do parque…
Qual minha surpresa quando vejo um carro vindo de frente e ao passar pelo meu lado o condutor me fez um sinal que não entendi…

Abrandei olhei pelo retrovisor, e me fez sinal de luz…

Abrandei e encostei…

Baixei a musica porque pensei que algo estava estranho e que eu não me tinha apercebido…
O outro carro para a meu lado e o condutor me diz…
Boa tarde…
Respondi boa tarde, mas um pouco apavorada…
Então me diz ele…
È por eu chegar que a senhora se vai embora?
Meu pensamento voou a mil á hora e apenas respondi…
Até me assustou, pensei que algo não estava bem com o carro.
Ele sorridente me responde…
Com o carro está óptimo, o carro está bom e a dona também…

Eu apenas consegui dizer… ahhhhh
enquanto ele ainda me diz é daqui?
Eu disse …
Obrigado…
Engatei o carro e arranquei…

Vinha em direcção da Povoa e ele sempre me seguindo…
Comecei a ficar tremula e assustada…
Vejo mais á frente varias pessoas na esplanada do café e viro estaciono mesmo á frente….
O outro carro segue em frente…
Fiquei quase como paralisada, deixei-me ficar uns momentos…
Depois voltei a iniciar o meu trajecto até casa…
Mas vinha pensativa pelo que me tinha acontecido…
Agora reflicto…
Já á algum tempo alguém me tinha dito que ali perto do castelo era ponto de engate…
No inicio até achei piada e não dei importância…
Neste momento confirmo…
E sinto até um pouco de repugnância…
Será que não existe locar onde possamos curtir uma boa musica, observando o mar em tranquilidade sem ser importunada?
Pelos vistos não…
Pena pois esse local em Vila do Conde é lindíssimo e propicio a um bom lazer…
Não fossem esses “Andam á caça”

Não vai á muito tempo adorava fazer caminhadas naquele local…
Agora já pensarei duas vezes antes de ir…

Ok agora que o susto passou, até me rio do acontecimento…

 

 

Alzira Macedo

 

 

 

sinto-me: Agora bem....
música: Quando tu não estás...

publicado por Alzira Macedo às 23:53
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