
Tempo de alegrias
O Natal vai chegando
Com ele essa sensação de
Que o mundo se transforma
Aos poucos.
Os projectos vão aparecendo,
As casas iluminam-se,
Tornam-se coloridas e belas.
Dentro do coração a esperança
Adormecida acorda devagarinho
E toma forma,
Alimentando assim o desejo
De que um milagre aconteça
E traga os sonhos perdidos ou a
Felicidade esperada.
As pessoas tornam-se mais
Dóceis e fala-se em
Solidariedade.
E Jesus,
Muitas vezes esquecido,
Renasce.
Quem duvida do milagre
Do Natal deveria abrir
Mais os olhos,
Porque fazer um milagre não
É realizar grandes
E extraordinários feitos,
Mas devolver a esperança aos cansados,
A alegria à alma aflita
E um pouco de ternura a um
Coração desesperado.
Quem divide um pedaço de
Pão com um faminto,
Agasalha alguém que sente
Frio e traz um pouco de luz
Aos que perderam o direito
À luz do dia,
Alimenta e veste o Mestre
E habita Seu coração.
Aí sim está o milagre de toda
A magia do Natal.
Sendo humanos,
Tornamo-nos seres de luz
Capazes de iluminar
O mundo.
Pudesse essa magia
Perdurar o ano todo,
Haveria mais flores nos campos
E mais sorrisos nos rostos;
Haveria mais olhos brilhando
E menos doenças da alma.
E o mundo seria
Uma imensa família,
Exactamente como
Deus idealizou.
Pense nisso,
Tenha um Feliz Natal e faça
Feliz o Natal de alguém!
* * * * *
TEXTO: Letícia Thompson
De 100timento a 21 de Dezembro de 2009 às 18:06
A neve chegou, e com ela parou-se a vida. Tempo de meditação, suspenso no ar frio da manhã que se avizinha. Cessaram os ruídos e tudo lá fora adormeceu. Saio do casulo, deixo o corpo para caminhar sobre a terra gelada. De alma solta deixo o vento envolver-me e transportar-me por entre os galhos despidos das árvores.
Ao longe o fumo quente solta-se da chaminé duma cabana perdida na floresta. O rio, quase gelado serpenteia por entre vales e do céu toldado de nuvens desprendem-se flocos de neve. Sente-se a paz, a tranquilidade deste suave amanhecer, a alma repousa das agruras da vida embalada por este momento. Escuta-se ao longe os sinos a anunciarem as cerimónias, e aqui no alto da serra o silêncio voltou a instalar-se.
É Natal, e por instantes descubro a verdadeira essência deste tempo, ao ver-me de novo menino, na inocência de um corpo jovial, mente virgem, sentimentos puros, aguardando com frenesim pela prenda desejada, pela felicidade de estar em família, pelo prazer de partilhar o carinho, de alegrar a alma, confortar o corpo no calor ameno da minha pequena casa.
Nesta pausa, entre um ano e o outro, desejo-vos a vontade de ser outra vez crianças, encarar o mundo com a inocência de outros tempos, para assim entender melhor a essência deste tempo, perceber porque se nasce agora.
Bom Natal
Beijinhos
Amigo Rui...
Desculpa este meu atraso...
com erros ou sem eles, sou ser humanom prometi responder a todos os carinhos aqui deixados entao vim...
Nesta noite de mansinha dizer-te que não passas-te despercebido...
Obrigado pela tua existencia em minha vida...
beijocas doces
De Lynce a 21 de Dezembro de 2009 às 18:43
Palavras para quê? Adorei este post, amiga.
:)))
Oi Lynce
Amigo desculpa minha ausencia...
estes ultimos tempos tem sido uma maratona para mim...
Mas tua passagem aqui não ficou sem sentido...
Obrigado pelo carinho espero que tivesses passado boas festas...
estive fora da net um tempo, agora tentando organiozar o meu atrazo...
E depois vou indo de casa em casa visitando o que de belo tens escrito...
bjs
De Lynce a 11 de Janeiro de 2010 às 10:13
Ok, Alzira, tambem eu tenho tido uma grande carga de trabalho. Este inicio de ano tem sido terrivel nesse aspecto, mas ainda bem que assim é!
Desejo-te um excelente ano de 2010!
Beijinhos em ti!
:))
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